Validação e Qualificação

Evidências que sustentam a confiança na operação.

Planejamento e execução de Validação e Qualificação com critérios claros, gestão de riscos e aderência ao uso pretendido.

Conversar sobre esta solução

O desafio

Onde o processo
pede atenção.

Qualificar apenas perto de uma inspeção tende a concentrar decisões que deveriam ter sido tomadas desde a concepção. Requisitos pouco claros, protocolos desconectados e critérios de aceitação insuficientes dificultam a execução.

Essas lacunas podem resultar em repetição de testes, desvios sem investigação consistente e dificuldades para demonstrar que instalações, equipamentos ou processos estão sob controle.

A abordagem Tetha

Precisão técnica.
Aplicação prática.

A Tetha conecta o plano de validação à realidade do processo. A estratégia parte da criticidade, dos requisitos e das evidências existentes para definir o que precisa ser demonstrado e como manter essa condição ao longo do ciclo de vida.

O que o escopo pode contemplar

  • Avaliação de escopo, criticidade e lacunas de V&Q.
  • Planejamento da estratégia e organização do plano de validação.
  • Definição ou revisão de requisitos e critérios de aceitação.
  • Protocolos e apoio à execução de qualificações, conforme escopo.
  • Tratamento técnico de desvios e relatórios de conclusão.
  • Orientação para mudanças, revisões e manutenção do estado validado.

As entregas são selecionadas e detalhadas na proposta, conforme a necessidade e a maturidade da operação.

O que fazemos

Atuação em cada frente do projeto.

Atuação ao longo do ciclo de vida, do planejamento à manutenção do estado qualificado, com atividades selecionadas conforme os ativos e os processos envolvidos.

01

Planejamento e riscos

  • Análise de risco de Boas Práticas (BPx) e análise de risco funcional.
  • Especificação de Requisitos do Usuário (ERU / URS).
  • Plano Mestre de Validação (PMV).
  • Comissionamento e testes de aceitação em fábrica (FAT) e no local de instalação (SAT).
02

Equipamentos e utilidades

  • Qualificação de equipamentos produtivos e de laboratório.
  • Sistemas de água purificada (PW) e água para injetáveis (WFI).
  • Sistemas de vapor.
  • Sistemas de aquecimento, ventilação e ar-condicionado (HVAC).
  • Ar comprimido e gases de processo.
03

Fornecedores e transporte

  • Qualificação de fornecedores.
  • Qualificação de transporte.
  • Avaliação das interfaces e responsabilidades envolvidas no escopo.
04

Manutenção e encerramento

  • Suporte à manutenção do estado qualificado.
  • Revisão periódica e requalificação.
  • Descomissionamento.
  • Auditoria interna e avaliação de lacunas (GAP).
  • Integridade de dados nas atividades e nos registros.

As atividades são definidas conforme a necessidade, os riscos e as responsabilidades acordadas na proposta.

Base técnica

Referências do trabalho.

A aplicação de normas e guias considera o produto, o processo, o mercado e as versões e alterações pertinentes ao projeto.

As referências de sistemas computadorizados são consideradas quando o escopo envolve automação, software ou registros eletrônicos.

  • IN nº 138/2022 — Qualificação e validação.
  • RDC nº 658/2022 — Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos.
  • RDC nº 654/2022 — Boas Práticas de Fabricação de IFAs.
  • RDC nº 430/2020 — Distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos, quando aplicável.
  • IN nº 134/2022 — Sistemas computadorizados na fabricação de medicamentos.
  • Guia Anvisa nº 33/2020 — Validação de Sistemas Computadorizados.
  • GAMP 5, 2ª edição — Boas práticas para sistemas computadorizados GxP.
  • 21 CFR Part 11 — Registros e assinaturas eletrônicas, quando aplicável ao contexto FDA.

Como trabalhamos

Clareza em cada etapa.

01

Mapear processo, ativos e documentos existentes.

02

Definir requisitos, riscos e estratégia de evidências.

03

Planejar e executar atividades aprovadas.

04

Consolidar conclusões e condições de manutenção.

Antes de começar

Perguntas frequentes

Uma conversa inicial ajuda a entender os limites e as condições do trabalho.

Vamos avançar

O próximo passo começa com o seu contexto.

Conte o desafio da sua operação. Vamos identificar a frente de trabalho e o formato de apoio adequados.

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