Qualificação de Infraestrutura de TI

A confiança no sistema começa na infraestrutura.

Qualificação de ambientes e componentes de TI com requisitos, responsabilidades e evidências compatíveis com a operação.

Conversar sobre esta solução

O desafio

Onde o processo
pede atenção.

Servidores, redes, bancos de dados e ambientes virtualizados podem crescer sem um inventário confiável ou critérios claros de configuração, disponibilidade e recuperação.

Uma infraestrutura pouco conhecida dificulta a investigação de falhas e pode comprometer continuidade, desempenho, segurança e disponibilidade dos registros.

A abordagem Tetha

Precisão técnica.
Aplicação prática.

A Tetha avalia os componentes relevantes, suas dependências e o modelo de operação. A estratégia de qualificação conecta arquitetura, procedimentos e verificações ao suporte dos sistemas críticos.

O que o escopo pode contemplar

  • Inventário e delimitação dos componentes relevantes.
  • Avaliação de riscos e requisitos da infraestrutura.
  • Estratégia de qualificação e responsabilidades compartilhadas.
  • Documentação e verificação de configurações e controles.
  • Avaliação de evidências de backup, recuperação e continuidade.
  • Relatório de qualificação e recomendações de manutenção.

As entregas são selecionadas e detalhadas na proposta, conforme a necessidade e a maturidade da operação.

O que fazemos

Atuação em cada frente do projeto.

Planejamento, testes e documentação da infraestrutura que sustenta os sistemas, com integração às atividades de VSC quando fizerem parte do projeto.

01

Escopo e especificações

  • Inventário de sistemas e equipamentos de infraestrutura.
  • Especificação de Requisitos do Usuário (ERU / URS).
  • Especificações técnicas, funcionais e de desenho.
  • Análise de riscos (FMEA), conforme a estratégia.
  • Planejamento de qualificação e interface com o Plano de Validação de Sistemas.
02

Execução e aceitação

  • Testes de aceitação em fábrica (FAT) e no local de instalação (SAT), quando aplicáveis.
  • Qualificação de Projeto (QP), Instalação (QI), Operação (QO) e Desempenho (QD), conforme o escopo.
  • Relatórios de aceite de fase.
  • Matriz de rastreabilidade e relatório conclusivo.
  • Integração ao Relatório de Validação de Sistemas quando houver VSC associada.
03

Operação e ciclo de vida

  • Procedimentos Operacionais Padrão (POP / SOP).
  • Plano de migração de dados nas mudanças de infraestrutura.
  • Revisão e manutenção das condições qualificadas.
  • Descontinuação de infraestrutura e apoio à aposentadoria dos sistemas associados.

As atividades são definidas conforme a necessidade, os riscos e as responsabilidades acordadas na proposta.

Base técnica

Referências do trabalho.

A aplicação de normas e guias considera o produto, o processo, o mercado e as versões e alterações pertinentes ao projeto.

  • IN nº 134/2022 — Sistemas computadorizados na fabricação de medicamentos.
  • Guia Anvisa nº 33/2020 — Validação de Sistemas Computadorizados.
  • GAMP 5, 2ª edição — Boas práticas para sistemas computadorizados GxP.

Como trabalhamos

Clareza em cada etapa.

01

Delimitar arquitetura e dependências.

02

Avaliar criticidade e requisitos de operação.

03

Verificar configurações e controles selecionados.

04

Consolidar evidências e rotina de manutenção.

Antes de começar

Perguntas frequentes

Uma conversa inicial ajuda a entender os limites e as condições do trabalho.

Vamos avançar

O próximo passo começa com o seu contexto.

Conte o desafio da sua operação. Vamos identificar a frente de trabalho e o formato de apoio adequados.

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