Auditoria e Autoinspeção

Preparação para auditorias começa na rotina.

Avaliação de maturidade GxP e apoio ao fortalecimento de controles, evidências e respostas a desvios.

Conversar sobre esta solução

O desafio

Onde o processo
pede atenção.

Organizar documentos apenas quando a auditoria é anunciada pode esconder fragilidades de processo. Evidências fragmentadas e não conformidades recorrentes exigem uma investigação além do registro.

A organização pode ter dificuldade para demonstrar controle, explicar suas decisões e sustentar a efetividade das ações adotadas.

A abordagem Tetha

Precisão técnica.
Aplicação prática.

O trabalho parte do escopo regulatório e do contexto operacional para avaliar lacunas, identificar causas e priorizar ações. A preparação envolve processos, pessoas e evidências, sem prometer resultado de inspeção.

O que o escopo pode contemplar

  • Avaliação de gaps e maturidade GxP.
  • Auditorias internas ou de fornecedores conforme escopo.
  • Preparação técnica de equipes e organização de evidências.
  • Apoio à investigação de não conformidades.
  • Planos de ação e critérios de verificação de efetividade.
  • Acompanhamento técnico de adequações acordadas.

As entregas são selecionadas e detalhadas na proposta, conforme a necessidade e a maturidade da operação.

O que fazemos

Atuação em cada frente do projeto.

Auditoria e autoinspeção para avaliar práticas, registros e riscos, com apontamentos técnicos e planos de melhoria conectados à operação.

01

Modalidades de avaliação

  • Pré-auditoria.
  • Auditoria de qualidade.
  • Auditoria de fornecedores.
  • Autoinspeção.
  • Verificação de Boas Práticas de Fabricação, Laboratório e Distribuição (BPF, BPL e BPD), conforme o escopo.
02

Riscos e evidências

  • Análise de lacunas (GAPs).
  • Análise de riscos com ferramentas da qualidade.
  • Gerenciamento de Risco da Qualidade (GRQ).
  • Investigação.
  • Revisão e avaliação de documentação.
03

Apontamentos e melhoria

  • Relatório de apontamentos.
  • Priorização de ações conforme os riscos.
  • Planos de melhoria contínua.

As atividades são definidas conforme a necessidade, os riscos e as responsabilidades acordadas na proposta.

Base técnica

Referências do trabalho.

A aplicação de normas e guias considera o produto, o processo, o mercado e as versões e alterações pertinentes ao projeto.

  • RDC nº 658/2022 — Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos.
  • RDC nº 654/2022 — Boas Práticas de Fabricação de IFAs.
  • RDC nº 430/2020 — Distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos, quando aplicável.
  • RDC nº 48/2013 — Boas Práticas de Fabricação de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes.

Como trabalhamos

Clareza em cada etapa.

01

Definir escopo e critérios de avaliação.

02

Analisar práticas e evidências.

03

Priorizar lacunas e ações.

04

Acompanhar adequações e efetividade.

Antes de começar

Perguntas frequentes

Uma conversa inicial ajuda a entender os limites e as condições do trabalho.

Vamos avançar

O próximo passo começa com o seu contexto.

Conte o desafio da sua operação. Vamos identificar a frente de trabalho e o formato de apoio adequados.

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